IA QUE VENDEDiagnóstico Maestro · DM-7

· Antes de começar

Consentimento: se for gravar ou transcrever a call, confirme antes. Sem consentimento, só anotação manual. PII entra como resumo comercial, nunca bruto.

0 Raio-X da empresa

O dossiê que faz o Maestro parecer vidente. Levante antes de perguntar trivialidade.

1 Contexto

Modelo de negócio, objetivo, quem decide e a régua de sucesso.

Tentativa anterior que falhou é ouro: mostra onde a dor é real e cara.

2 Mapa de processos

O fluxo real, passo a passo. Marque (*) o que é repetitivo, regra clara, copia-cola ou espera.

Técnica de ouro: peça pra ver, não só ouvir — "me mostra na tela como você faz". O que as pessoas descrevem e o que fazem nunca batem. O ouro está nessa diferença.

3·4 Dores e quantificação

Dor sem número é opinião. A conta roda sozinha conforme você preenche.

Sintoma × causa: "meu WhatsApp vive lotado" é sintoma. A causa pode ser Repetição (70% é a mesma dúvida) ou Atraso (ninguém responde a tempo). A automação certa depende da causa — cave mais uma pergunta: "e por que isso acontece?"

Custo total das dores mapeadasR$ 0/mês

Ao anoR$ 0

5 Priorização e Quick Wins

Escolher a primeira batalha. Notas de 1 a 5 — esforço é invertido: menos esforço, nota maior.

DorCusto/mêsImpacto Esforço inv.VisibilidadeSoma

Projeto 1

Quick Win = alto impacto, baixíssimo esforço, entregável em horas ou poucos dias. Não é o projeto grande: é a vitória visível que prova valor na 1ª semana e faz a venda do projeto maior virar consequência.

6 Desenho da solução

Só agora se fala de tecnologia. Com o problema certo e quantificado, a arquitetura cai quase pronta.

7 Validação e próximo passo

Diagnóstico não validado é chute bem-vestido.

O espelho: devolva em voz alta — "hoje você perde ~R$ X por mês com [dor]. A gente resolveria primeiro com [solução], e o sinal de que funcionou seria [métrica]. Faz sentido?"

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